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"O desempenho de uma empresa é baseado em soluções e problemas, se for um problema, tem solução! Se não tem solução, então não deve ser um problema. Não existe um caminho novo. O que existe de novo é o jeito de caminhar e é bom saber que a gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente enxerga de longe, e saber administrar essas situações é o que caracteriza um comportamento otimista e de prosperidade."

terça-feira, 24 de julho de 2012

SUSTENTABILIDADE NA ENGENHARIA

A sustentabilidade da engenharia brasileira

Quando o assunto é inovação tecnológica no automóvel, a primeira pergunta que surge é sobre a origem do projeto. Em geral a ideia reinante é a de que novidades são sempre criadas lá fora.
A boa notícia é que, atualmente, já é possível afirmar que, na indústria automobilística, algumas matrizes reconhecem que a engenharia de suas filiais é capaz de desempenhar um papel mais relevante no contexto global.
Os fatos mostram que, sempre que desafiadas, as nossas operações locais responderam com equipes de engenharia de alto gabarito, formadas por profissionais especializados para atender a um mercado crescente e ávido por novidades.
Para ficar no exemplo clássico, a história do desenvolvimento do motor bicombustível para o automóvel foi escrita pela engenharia local desde que o País se engajou no projeto de expansão do uso veicular do etanol. Consagrada pelo mercado, praticamente a totalidade dos veículos produzidos aqui usa essa motorização.
Dito assim pode parecer simples, mas trata-se de um processo longo e minucioso, de inúmeras fases e elevados investimentos. No caso aqui citado, começamos com o suporte ao desenvolvimento de fornecedores, adaptação às condições locais e, na fase seguinte, intercâmbio de pessoal técnico, até chegarmos aos centros locais de desenvolvimento tecnológico de engenharia, hoje integrados globalmente e em condições de liderar projetos mundiais.
Competências à parte, a pergunta que fica é: - Poderá essa atividade local se sustentar no médio e longo prazo? As políticas atuais para o setor automotivo brasileiro serão suficientes para a promoção da competitividade da nossa engenharia?
Para debater sobre a competitividade da engenharia brasileira no cenário mundial e sobre os entraves à sua sustentabilidade, e detalhar os cases de sucesso no desenvolvimento local de tecnologia, o painel Veículos Leves do Congresso SAE BRASIL convidou lideranças da indústria brasileira, dia 2 de outubro, em São Paulo.
Para a comunidade da engenharia, a reflexão sobre todas essas questões é algo urgente e necessário.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

FRAÇÃO IDEAL (Calculando!!!)

Muitas são as dúvidas, e com razão, a respeito deste assunto, por isso daremos um exemplo bem simplório sobre o mesmo, para que possa servir de "norte" para algumas dúvidas sobre o calculo de fração ideal.

Imaginemos uma gleba de 30,00m x 30,00m onde será instalado um pequeno condomínio com 4 residencias unifamiliares, todas terreas, sendo 3 com 130,00m² cada e 1 com 150,00m² de área construída. Vejamos a fração ideal!

Área do terreno: 30,00 x 30,00 = 900,00m²
Área construida (residencia):
3 x 130,00 = 390,00m²
1 x 150,00 = 150,00m²
Área Total Construida = 540,00m²

As supra citadas residências possuem suas ÁREAS PRIVATIVAS, aqui denominadas ÁREA  1 com 130,00m² e ÁREA 2 com 150,00m². A ÁREA COMUM pode ser assim dimensionada: 900,00m² (terreno) menos 540,00m² (área construída total), logo teremos (900,00 - 540,00 = 360,00m²). Sendo que, desta área comum, cada residência, componente do condomínio, possui uma fração do total, ou seja, 360,00 / 4 = 90,00m². Assim sendo a fração ideal referente a cada residência, pode ser determinada da seguinte maneira:

Fração Ideal
Área 1: [(130,00 + 90,00)/900]x100 = 24,44%
Área 2: [(150,00 + 90,00)/900]x100 = 26,67%
Assim sendo, cada residência (para este caso) de 130,00m², de área privativa, possui sua fração ideal de 24,44% e a com 150,00m² de área, possui uma fração ideal de 26,67%.

IMÓVEIS (Algumas definições úteis)

Área Coberta – Medida da superfície da projeção, em plano horizontal, de qualquer coberta da edificação, nela incluída superfícies das projeções de paredes, pilares, marquises, beirais e demais componentes das fachadas.
Área Comum – Medida da superfície constituída dos locais destinados a estacionamento em qualquer pavimento, lazer, pilotis, rampas de acesso, elevadores, circulações e depósitos comunitários, apartamento de zelador, depósito de lixo, casa de gás, guarita e subsolo quando destinado a estacionamento.
Área Construída – Totalidade das áreas de piso cobertas de todas as edificações principais e complementares, inclusive áreas comuns.
Área Total da Edificação – Soma das áreas de piso de todos os pavimentos de uma edificação. 
Área Útil – Superfície utilizável de área construída de uma edificação, excluídas as partes correspondentes às paredes, pilares e jardineiras.
Fração Ideal –  Quota percentual que se atribui a cada unidade de um empreendimento imobiliário, que corresponde ao coeficiente do direito ao respectivo condômino sobre o terreno e o conjunto arquitetônico. A fração ideal é expressa sob forma decimal ou ordinária.
Habitação Multifamiliar – Edificação projetada para habitação permanente de mais de uma família.
Habitação Unifamiliar
– Edificação projetada para habitação permanente de uma família. 
Índice de Aproveitamento – Quociente entre a área parcial de todos os pavimentos do edifício e a área total do terreno. 
Taxa de Ocupação – Relação percentual entre a área de projeção de uma edificação no plano horizontal e a área desse terreno, não sendo computados os elementos componentes das fachadas, tais como pérgulas, jardineiras, marquises e beirais.
Taxa de Permeabilidade – Relação entre a parte do lote ou gleba que permite a infiltração de água, permanecendo totalmente livre de qualquer edificação, e a área total do mesmo.

terça-feira, 10 de julho de 2012

UM POUCO SOBRE MASP E FMEA


MASP (Metodologia de Analise e Solução de Problemas)

Embora sejam decorrentes do mesmo conceito (PDCA), as etapas e passos do MASP encontrados na literatura podem ter pequenas diferenças. Algumas etapas podem ser apresentadas juntas, outras separadas, de acordo com a visão do autor mas, em geral, a estruturação é a mesma. A estrutura de oito etapas apresentada abaixo é a mais conhecida e mais utilizada em grupos de melhoria e em Círculos de Controle da Qualidade - CCQs:
  1. Identificação do problema: Definir claramente o problema e reconhecer sua importância.
  2. Observação: Investigar as características específicas do problema com uma visão ampla e sob vários pontos de vista.
  3. Análise: Descobrir as causas fundamentais.
  4. Plano de ação: Conceber um plano para bloquear as causas fundamentais.
  5. Ação: Bloquear as causas fundamentais.
  6. Verificação: Verificar se o bloqueio foi efetivo.
  7. Padronização: Prevenir contra o reaparecimento do problema.
  8. Conclusão: Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho futuro.
A existência desses passos é o que caracteriza o MASP e o distingue de outros métodos menos estruturados de solução de problemas, como as Ações Corretivas, muito comumente usadas em organizações certificadas ISO 9001. Hosotani (1992) também descreve um método estruturado, com 28 passos distribuídos nas oito etapas. No Brasil, foi o método de Kume (1992) que mais teve aceitação, tornado popular por Campos (2004), cujas etapas e passos são descritos a seguir.

 FMEA (Metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha)

É uma ferramenta que busca, em princípio, evitar, por meio da análise das falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, que ocorram falhas no projeto do produto ou do processo. Este é o objetivo básico desta ferramenta e, portanto, pode-se dizer que se está, com sua utilização, diminuindo as chances do produto ou processo falhar durante sua operação, ou seja, estamos buscando aumentar a confiabilidade, que é a  probabilidade de falha do produto/processo. 
Esta dimensão da qualidade, a  confiabilidade, tem se tornado cada vez mais importante para os consumidores, pois, a  falha de um produto, mesmo que prontamente reparada pelo serviço de assistência técnica e totalmente coberta por termos de garantia, causa, no mínimo, uma insatisfação ao consumidor ao privá-lo do uso do produto por determinado tempo. Além disso, cada vez  mais são lançados produtos em que determinados tipos de falhas podem ter consequências drásticas para o consumidor, tais como aviões e equipamentos hospitalares nos quais o mal funcionamento pode significar até mesmo um risco de vida ao usuário. Apesar de ter sido desenvolvida com um enfoque no projeto de novos produtos e processos, a metodologia FMEA, pela sua grande utilidade, passou a ser aplicada de diversas maneiras. Assim, ela atualmente é utilizada para diminuir as falhas de produtos e processos existentes e para diminuir a probabilidade de falha em processos administrativos. Tem sido empregada também em aplicações específicas tais como análises de fontes de risco em engenharia de segurança e na indústria de alimentos.

SUCESSO É CONSEQUÊNCIA

As gerações se sucedem, mas os pais continuam tentando influenciar as decisões dos filhos em relação à carreira que abraçarão. Há os casos clássicos de pais que pretendem que o filho siga seus passos ou abrace a profissão que eles gostariam de exercer e que, por um motivo ou outro, tiveram de abdicar. Quantas mães desejariam, por exemplo, que suas filhas se tornassem modelos, bailarinas e atrizes como uma forma de compensar suas próprias frustrações?

Os pais, sem dúvida, querem que os filhos tenham sucesso. E isso muitas vezes significa que, na visão deles, os filhos devem optar pelas chamadas profissões "nobres" ou tradicionais, como medicina, engenharia ou Direito, por exemplo. Esse antigo e pobre conceito continua, infelizmente, a alimentar as cabeças de jovens que buscam o mercado de trabalho. Mas é uma grande balela. Há inúmeros advogados, médicos e engenheiros (profissões que têm fama de serem bem remuneradas) desempregados ou ganhando pouco em várias funções. Não há garantia de sucesso pela escolha da profissão. Aliás, a vida não oferece nenhuma garantia. E é isso que a torna tão sedutora, tão interessante.

O sucesso profissional não é um simples alvo de chegada. Sucesso é decorrência de várias conquistas e de toda uma trajetória de vida estruturada em valores como determinação, integridade, talento, persistência, iniciativa, ousadia e amor. Sim, é mais do que imprescindível ter amor pelo próprio ofício, pela própria história. Quem só persegue o sucesso e o dinheiro por perseguir não os alcança, e se consegue um dia esbarrar neles, logo os perde, porque não há verdade nessa conquista.

O sucesso não é para ser perseguido e, sim, vivenciado - como consequência de uma série de ações. Ações que envolvem trabalho, dedicação, comprometimento, foco, perseverança, sonho. As pessoas bem-sucedidas que eu conheço têm sonhos e vão em busca deles - e dessa empreitada surge naturalmente o sucesso profissional e financeiro. Pautar a vida pelo dinheiro, seja no momento de escolher uma profissão, seja na hora de decidir sobre um negócio ou um emprego, é um grande equívoco.

O que pode levar ao sucesso? O envolvimento e a paixão pelo que se faz, competência e mente aberta para o novo. Uma pessoa verdadeiramente envolvida com seu trabalho, que enxerga nele um sentido, até uma missão, que sente satisfação nessa labuta diária, acaba sendo, naturalmente, muito boa no que faz. E essa excelência leva ao sucesso.

Em geral, esse tipo de pessoa entrega bem mais do que promete. E é o profissional que não fica no "feijão com arroz". Ele produz algo surpreendente e muito especial com os ingredientes que tem à mão. Encanta pela dedicação, pela entrega e pelo comprometimento. Essa postura, ao longo dos anos e de toda uma vida, traz credibilidade, reconhecimento das pessoas, boa reputação, enfim, sucesso e dinheiro. E essa energia positiva realimenta a pessoa em um processo contínuo e evolutivo.

A pessoa que ama o que faz vira um farol luminoso, uma referência na vida de outros.

Marcelo Mariaca é presidente do Conselho de Sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.

PROJETOS BASICOS

Projeto básico, a chave do sucesso

Desenvolvimento da engenharia básica é fundamental para estimular o conteúdo local e a exportação de equipamentos e serviços pelas empresas brasileiras

Não há dúvida de que a engenharia brasileira atingiu um nível de excelência na elaboração de projetos executivos, cada vez mais detalhados, completos e precisos em suas especificações. E essa conquista deve ser comemorada. Paradoxalmente, nosso desafio agora se localiza na engenharia básica, aquela que define os parâmetros gerais de um empreendimento. Os projetos básicos têm um papel estratégico para a escolha das tecnologias e fabricantes dos equipamentos a serem aplicados na futura montagem ou construção da obra. Funcionam como "cunhas" para a entrada de fornecedores no mercado externo e são ferramentas muito eficientes para estimular a exportação de produtos e serviços.

Todo grande empreendimento industrial, seja uma refinaria, uma planta de fertilizantes ou de processamento de minério, começa na escolha ou na aquisição de uma determinada tecnologia, que constitui um pacote de processos a serem aplicados na sua implantação. A partir dessa definição inicia-se a fase da engenharia básica. É nesta etapa que a equipe de projeto busca atender as especificidades do mercado e realiza o dimensionamento da unidade industrial a ser construída, bem como das obras de infraestrutura necessárias para a sua implantação. Também nessa fase são especificados os equipamentos-chave para o empreendimento, bem como os parceiros de fabricação e os serviços a serem contratados.

Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Alemanha, Noruega, entre outros, prezam pelo desenvolvimento da engenharia básica no próprio país, pois a veem como um instrumento para fomentar suas indústrias locais de bens de capital e a cadeia de serviços. E mesmo quando não há conhecimento disponível e é necessário contratar a engenharia fora do país, o trabalho é feito preferencialmente sob a liderança de uma empresa local, para que a transferência de conhecimento possa ser efetiva.

No caso das empresas brasileiras, o domínio do projeto básico é fundamental para estimular o chamado conteúdo nacional em empreendimentos industriais e de infraestrutura, além de desenvolver o conhecimento e a competitividade, de forma a possibilitar a atuação de empresas de engenharia e fabricantes brasileiros em outros países. A exportação de serviços de foi comum no passado, mas devido à quase ausência de investimentos no país por mais de duas décadas, equipes foram desmobilizadas e o conhecimento ficou estagnado.

Hoje a engenharia nacional tem atuado de maneira competente em detalhamento de projetos industriais e de infraestrutura. Mas é preciso ir além, buscando a excelência em projetos básicos, bem como prepararando as empresas para atuar em outros mercados. É justamente por isso que a ABEMI tem como prioridade aumentar a competitividade da engenharia industrial brasileira, com uma atuação voltada à formação de recursos humanos e à melhoria dos processos produtivos nas etapas de construção, montagem, comissionamento e produção de componentes. Esperamos que o governo brasileiro também faça sua parte, reduzindo a carga tributária e os custos da logística, itens fundamentais para o aumento na exportação de serviços e bens do país para novos mercados.

Antonio Müller, presidente da ABEMI - Associação Brasileira de Engenharia Industrial

segunda-feira, 9 de julho de 2012

PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO 2012

Abertas as inscrições para o prêmio FINEP de Inovação

A FINEP - Agência Brasileira da Inovação - tem a satisfação de comunicar que no dia 16 de abril de 2012 foi lançada a 15ª edição do Prêmio Finep de Inovação, contemplando empresas, instituições e inventores inovadores que desenvolvam soluções em forma de produtos, processos, metodologias e/ou serviços novos ou significativamente modificados. O Prêmio FINEP é o mais importante instrumento de estímulo e reconhecimento à inovação no País. Desde 1998, já premiou mais de 500 empresas, instituições e pessoas físicas, sendo responsável pela projeção dos contemplados não apenas no Brasil como no exterior.

Em 2012, o Prêmio Finep traz uma série de mudanças. A principal delas é que a premiação será feita em dinheiro: serão disponibilizados de R$ 100 mil a R$ 600 mil para os primeiros colocados regionais e nacionais de cada categoria, totalizando cerca de R$ 9 milhões. Outra novidade da edição 2012 é que o Prêmio passa a contar com mais duas categorias direcionadas a empresas: Tecnologia Assistiva e Inovação Sustentável. A primeira contempla produtos e processos que promovam a autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida. Já a Inovação Sustentável  reconhece iniciativas onde a sustentabilidade tenha sido integrada ao sistema de pesquisa, desenvolvimento e comercialização, pelo viés financeiro, social  e ambiental.

As inscrições serão realizadas eletronicamente, de 16 de abril a 16 de agosto de 2012.  Mais informações no site http://premio.finep.gov.br/

PARCERIA: SENAI e MMA

SENAI e MMA fazem parceria pela sustentabilidade

Produzir e consumir com sustentabilidade estão na ordem do dia para a indústria brasileira, que encontra no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/CE) o suporte necessário para adequar processos e produtos às demandas de um mercado cada dia mais consciente das questões socioambientais.
Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a instituição realizou na última quinta-feira (28/6), na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), o workshop Rede SENAI de Meio Ambiente – Região Nordeste, que debateu soluções ambientais tecnológicas para a sustentabilidade no setor produtivo.

(...)

"Nesses workshops, temos a oportunidade de levar o plano de produção e consumo consciente para todo o setor industrial e também à comunidade em geral. Nossa intenção é buscar o alinhamento de ações, divulgar o plano e todo o processo de consultoria e atendimento da Rede SENAI, incentivando nossas indústrias a produzirem de forma consciente", disse Júlio Augusto.

Ele informou que outro aspecto trabalhado no Ministério e em outros agentes será voltado à produção sustentável, tendo como base a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo o analista, nesse contexto, está prevista a assinatura de um acordo no segundo semestre deste ano. "Estamos alinhando para assinar em agosto um acordo com o MMA voltado à capacitação, ao desenvolvimento de parcerias tecnológicas e à participação em comitês de análise de ciclo de vida e custo de produtos, dentre outras ações", antecipou.

(...)

Fernanda Daltro, gerente de produção e consumo sustentáveis do MMA, informou que o ministério está fechando em nível nacional parcerias com entidades representantes dos arquitetos e engenheiros para dotar de capacitação profissionais da área com foco em incentivar as construções sustentáveis e a destinação adequada dos resíduos sólidos.

Cibelle Borges, gerente do Núcleo de Responsabilidade Social do Serviço Social da Indústria (SESI/CE), defende a formação de consórcios setoriais e/ou territoriais para incentivar a produção e o consumo conscientes. Ela citou, como exemplo, o modelo de consórcio territorial que vem sendo desenvolvido pelo SESI na Barra do Ceará. "Montamos um consórcio territorial envolvendo Cemec, Iracema Industrial, Resibras e Recamonde. Essas empresas têm diferentes portes e atuações, em comum apenas o território", explica. Para Cybelle, a iniciativa busca envolver do presidente ao porteiro das empresas, consolidando o consumo consciente no DNA da empresa.

Durval Junior, doutor do ITA que também palestrou no evento, questionou o conceito de sustentabilidade: "O produto é sustentável se vai fazer bem para a sociedade, causando impacto menor no meio ambiente e custo menor para o consumidor".
 

sábado, 7 de julho de 2012

ARMADURA COMPLEMENTAR OU ADICIONAL


A armadura complementar (ou ADICIONAL), é aquela colocada na sapata da vigota treliçada afim de complementar a área da armadura requerida pelo calculo estrutural. 

A bitola do aço utilizado para esse fim, é definido segundo cargas solicitadas a laje, bem como dimensões de seus respectivos vãos, sendo essa bitola determinada pelo calculista estrutural.


Esta armadura é colocada pelo fabrincante de lajes, dentro da sapata da vigota, no momento  da produção, ou mesmo pelo empreiteiro da obra (in loco) sobre a sapata da vigota. No segundo caso, deve - se atentar para que a mesma não exceda o limite da LN (linha neutra) - OBS: essa técnica deve ser trabalhada com bastante atenção e rigor técnico - Em ambos os casos, a fabricação e montagem, desse tipo de laje, e a tecnica a se utilizar, devem ser acompanhada e orientada por profissionais habilitados.