Fonte: http://revista.construçãomercado.com.br
O diagnóstico da falta de mão de obra na construção e os caminhos para enfrentar o problema
Por Gustavo Mendes
Novamente falta mão de obra na construção. Anos atrás (2007-2008), o problema era mais intenso no segmento imobiliário. Agora, a escassez é geral. A demanda vem das obras de infraestrutura; dos preparativos para a Copa de 2014 em diversas capitais; do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e do aquecimento das obras públicas de diferentes perfis por conta do ano eleitoral. A disputa setorial por operários já afeta a dinâmica da gestão (inclusive financeira) de incorporadoras e construtoras. As remunerações estão em alta, programas de treinamento crescem, os prazos e esforços para contratar mão de obra são cada vez maiores e as empresas aumentam o índice de mecanização nos canteiros para reduzir o contingente de trabalhadores. Tudo ao mesmo tempo.
Nas próximas páginas, o leitor não encontrará fórmulas prontas para resolver o problema - até porque elas talvez não existam de forma generalizada -, mas há caminhos e informações para subsidiar as estratégias de manter a competitividade nesse cenário de mudança dos modos de produção da construção civil.
Na reportagem, os resultados de uma enquete sobre problemas críticos e propostas de melhorias; um mapa com depoimentos de lideranças setoriais sobre a situação da mão de obra em diversos Estados brasileiros; as ações de empresas, de diferentes perfis e portes, para lidar com o problema; um levantamento das iniciativas setoriais e governamentais de qualificação e exemplos de como outros setores (e outros países) enfrentaram situações semelhantes.
Por Gustavo Mendes
Novamente falta mão de obra na construção. Anos atrás (2007-2008), o problema era mais intenso no segmento imobiliário. Agora, a escassez é geral. A demanda vem das obras de infraestrutura; dos preparativos para a Copa de 2014 em diversas capitais; do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e do aquecimento das obras públicas de diferentes perfis por conta do ano eleitoral. A disputa setorial por operários já afeta a dinâmica da gestão (inclusive financeira) de incorporadoras e construtoras. As remunerações estão em alta, programas de treinamento crescem, os prazos e esforços para contratar mão de obra são cada vez maiores e as empresas aumentam o índice de mecanização nos canteiros para reduzir o contingente de trabalhadores. Tudo ao mesmo tempo.
Nas próximas páginas, o leitor não encontrará fórmulas prontas para resolver o problema - até porque elas talvez não existam de forma generalizada -, mas há caminhos e informações para subsidiar as estratégias de manter a competitividade nesse cenário de mudança dos modos de produção da construção civil.
Na reportagem, os resultados de uma enquete sobre problemas críticos e propostas de melhorias; um mapa com depoimentos de lideranças setoriais sobre a situação da mão de obra em diversos Estados brasileiros; as ações de empresas, de diferentes perfis e portes, para lidar com o problema; um levantamento das iniciativas setoriais e governamentais de qualificação e exemplos de como outros setores (e outros países) enfrentaram situações semelhantes.
GRIFO NOSSO: "A construção civil de Sobral não é exceção...estamos passando por problemas sérios com falta de mão-de-obra, e essa situação esta levando a procura por pessoal totalmente desqualificados para execução de determinadas atividades, o que faz gerar insatisfação e má qualidade. E não nos vamos nos enganar, pois isso vai demorar!"