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"O desempenho de uma empresa é baseado em soluções e problemas, se for um problema, tem solução! Se não tem solução, então não deve ser um problema. Não existe um caminho novo. O que existe de novo é o jeito de caminhar e é bom saber que a gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente enxerga de longe, e saber administrar essas situações é o que caracteriza um comportamento otimista e de prosperidade."

sábado, 21 de maio de 2011

LASTROS DE PISOS

A espessura e o tipo de lastro a ser confecionado dependem da sobrecargas, bem como tipo de solo em que o mesmo será feito. Por exemplo: em industria pesada, armazéns, dentre outros onde onde o piso será submetido a uma grande carga (pessoas e equipamentos) requer um lastro resistente as este e deverá ser preferencialemente de concreto armado apoiado sobre solo resistente. O mesmo cuidado uma pouco menos preocupante deve se ter para lastro de residências que requer uma carga bem menor mas que se deve ter o mesmo cuidado para assenta-lo sobre apoio resistente o suficiente para a carga solicitada.



Uma consequência muito comum para erro com lastro é a comodação do solo, que ocasiona o reabaixamento de piso existente. Para evitar esse tipo de transtorno em sua edificação deve-se tormar os devidos cuidados na preparação do piso para o lastro: aterro adequado, compactação, etc...

UMA ANALOGIA DO CUSTO

Em resposta a um de nossos visitantes, que nos prestigia com sua visita a nossa micro página, e valoriza o que escrevemos, enviando-nos dúvidas e questionamentos.

Meu caro, é fácil você tentar ver os custo envolvido em um processo, desde que você conheça o mesmo. Antes de montar esse o preço final analise o processo e os custos das atividades. Se não vejamos - Vamos escolher um processo que muita gente conhece (até melhor que nós!): aquela pipoquinha básica, para curtir um bom filme nos interior de seu lar!


Vamos ao que precisamos para o produto PIPOCA

Ingredientes: Milho; Óleo; Sal; Manteiga, Óleo.

Equipamento: Fogão; Panela; Fosforo.

Mão de obra: Cozinheira.

Se você for fazer a pipoca para comer em casa, talvez, seja somente isso que você vai ver. Mas vamos comercializar essa pipoca? Bem, agregaremos a esses compostos outros fatores, tipo: TEMPO, DEPRECIAÇÃO DE EQUIPAMENTOS, CUSTO COM COMBUSTÍVEL, EMBALAGEM, TRANSPORTES, VENDENDOR, ENCARGOS SOBRE M.O., TRIBUTOS, LUCROS, dentre outros fatores que poderão aparecer, isso dependendo de cada situação pós-confecção do produto, que é relativo, pois depende de outros meios.

Perceba que ser um concorrente deixar algum deste itens de fora, irá ter um preço menor que o seu. Ou considere que ele (concorrente) deixe um item de fora, que não o tempo, e este (o tempo) o seja superior ao seu, obviamente você estará em vantagem de preço final em relação a ele. Uma atenção especial que você deve ter é com o Markup utilizado para configura alguns coeficientes, ele fará a diferença para mais ou para menos em seu produto.

Esperamos ter conseguido responder ou esclarecer seu questionamento. Continue nos enviando, pois isso engrandece nosso trabalho, e nos torna útil da vocês! Agradecido...

sábado, 14 de maio de 2011

CUSTO DA PRODUÇÃO

"Custo total de produção pode ser definida como o total de despesas realizadas pela firma com a utilização da combinação mais economica dos fatores, por meio da qual é obtida um determinada quantidade do produto."(MONTORO, et al - 2002).


Pois bem!! Na prática, em muitos casos o que vemos é que muitas empresas não conhecem realmente os verdadeiros custos de seu processo de produção, tratam o custo somente de meneira contábil o que em sua grande maiorias tenho visto que não é somente isso. Muitos são os casos em que os custos para formação de preço são baseados em empirismo do processo (isso baseado em anos, sem uma revisão periodica e/ou mesmo um levantamento inicial). Isso ocorre principalmente nas pequenas e médias empresa, onde muitas delas são administrada, gerenciadas, supervisionadas, planejadas, etc...por uma única pessoa - o dono. Nada contra o dono esta no negocio, ele tem mesmo que estar, mas não ser o faz tudo!

Na hora de se montar o preço de algum produto ou serviço tem que se apurar o custos que essa processo irá ter. Quando digo custo falo de: materia prima, mão de obra, os retrabalhos, o desperdicio, etc...Tudo tem que ser visto e corrigido o que for necessário.

JUST-IN-TIME (JIT)

"PRODUZIR SOMENTE O QUE FOR NECESSÁRIO, NA QUANTIDADE CERTA E NO MOMENTO CERTO."


Esta filosofia permite que as empresas atendam com uma maior rapidez, as necessidades do clientes, nos serviços prestados por ela. Ele informa o momento exato, o material adequado e a quantidade correta para a produção de um determinado produto e/ou serviço a ser executado. Otimizando assim, o custo com material e mão-de-obra, fatores esses que fazem a diferença na atual conjuntura econômica em qualque parte do mundo.

Mas muita atenção para implementação destes conceitos. Segundo CONTADOR, et al (1998): "[...] A implementação desta filosofia só é possível através da utilização do Kanbam, que nada mais é do que uma ferramente de controle de produção e um sistema de informações[...]".

quinta-feira, 12 de maio de 2011

TRELIÇA NÃO SÃO TODAS IGUAIS



Primeiro de tudo...é sempre um prazer responder à alguma dúvida ou questionamento de nossos visitantes.

Um deles perguntou-nos, se a vigota treliçada é a mesma tanto faz para "forro" quanto para "piso".
Bem meu caro...o termo "forro" e "piso" caiu no popular, mas o que temos na verdade, são lajes proporcionais a carga a ser aplicada sobre as mesmas...Mas respondendo sua questão: NÃO - não é a mesma "coisa", laje para forro e para piso, o que está acontecendo é a comercialização sem responsabilidade por parte de alguns fabricantes de laje de "fundo de quintal".

Temos cargas diferenciadas para as duas situações colocadas por você. Sendo assim teremos lajes distintas. Já conversamos sobre este assunto de forma mais detalhada aqui mesmo. Acesse: http://cessconsultoria.blogspot.com/2009/11/gato-por-lebre-na-laje-trelicada-em.html, lá você irá ver com mais detalhes o que estou falando. Qualquer esclarecimento envie e teremos o prazer em respondê-lo.

E obrigado! Continue nos visitando...

MOVIMENTAÇÃO EM LAJE DE FORRO

Segundo (Ercio-1989) - "[...] Em lajes mistas, constituidas por vigotas pré-moldadas de concreto e componente cerâmicos vazados, observam-se com algumas frequencia fissuras longitudinais nas regiões de encontro vigota-componente cerámico; essas fissuras, devem-se a movimentações diferenciadas entre vigotas subsequentes e mesmo a movimentação diferenciada entre o concreto armado e a cerâmica. [...]".

DESPRENDIMENTO DE REVESTIMENTO CERÂMICO - PARTE 2

Conhece algum caso de carâmica soltando do piso??

Pois é!!! Muitos podem ser os casos que ocasionaram a patologia! (conforme comentado anteriormente aqui).

Um outro motivo que também pode ocasionar esse tipo de problema não está, diretamente, na cerâmica ou no processo de assentamento da mesma, mas sim, na laje em que ela foi assentada (isso se no pavimento superior). Isso mesmo na laje! Tudo devido a excessiva deformação (seja qual for a causa) que a laje sofre, fazendo com que ocorra uma significativa deflexão. Assim o piso cerâmico irá trabalhar como uma capa a compressão desta laje (função que deve ser executada pelo concreto) o que causa o desprendimento e fissuras no piso.


Figura: Thomaz, Ercio, PINI - 1989

sábado, 7 de maio de 2011

QUALIDADE É DEFINIDA ADEQUADAMENTE???




Qualidade é a conformidade consistente com as expectativas dos clientes. Deve ser entendida do ponto de vista do cliente porque, para o cliente, a qualidade de um produto especifico ou serviço é algo que ele espera do produto. Entretanto, as expectativas de cada cliente individual podem ser diferentes. Experiências passadas, conhecimento individual e histórico, todos formarão as expectativas individuais de um cliente. As percepções não são absolutas. [...] (SLACK, et al - 2008)

TIPOS DE DESPERDÍCIOS



Desperdício = É o esforço economico que não agrega valor ao produto da empresa nem serve para suportar diretamente o trabalho efetivo.[...] (Bornia-2002)


Baseado nessa definição Shingo (1981) estabelece alguns tipos de desperdícios:
1. Na Superprodução;
2. No Transporte;
3. No Processamento;
4. Fabricação de produtos defeituosos;
5. No Movimento;
6. Por espera;
7. Em alguns caso a existencia de estoque;
8. De materia - prima.