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"O desempenho de uma empresa é baseado em soluções e problemas, se for um problema, tem solução! Se não tem solução, então não deve ser um problema. Não existe um caminho novo. O que existe de novo é o jeito de caminhar e é bom saber que a gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente enxerga de longe, e saber administrar essas situações é o que caracteriza um comportamento otimista e de prosperidade."

sábado, 7 de julho de 2012

ARMADURA COMPLEMENTAR OU ADICIONAL


A armadura complementar (ou ADICIONAL), é aquela colocada na sapata da vigota treliçada afim de complementar a área da armadura requerida pelo calculo estrutural. 

A bitola do aço utilizado para esse fim, é definido segundo cargas solicitadas a laje, bem como dimensões de seus respectivos vãos, sendo essa bitola determinada pelo calculista estrutural.


Esta armadura é colocada pelo fabrincante de lajes, dentro da sapata da vigota, no momento  da produção, ou mesmo pelo empreiteiro da obra (in loco) sobre a sapata da vigota. No segundo caso, deve - se atentar para que a mesma não exceda o limite da LN (linha neutra) - OBS: essa técnica deve ser trabalhada com bastante atenção e rigor técnico - Em ambos os casos, a fabricação e montagem, desse tipo de laje, e a tecnica a se utilizar, devem ser acompanhada e orientada por profissionais habilitados.

GATO POR LEBRE NAS TRELIÇAS (COMENTÁRIO)

Uma de nossas postagem, uma das mais acessadas, Gato por Lebre tem trazido a nosso contato alguns questionamentos sobre o nosso posicionamento de forma "parcial" a respeito do assunto em questão. Vamos aos fatos.

Aos caros leitores, primeiro de tudo, obrigado por estar acompanhando nosso blog.

Não é que nos posicionemos em prol de A ou B, mas sim pela segurança das estruturas de concreto (no caso em questão: Lajes treliçadas), que, como podem ver na postagem, existem Normas Técnicas de engenharia que são aplicadas as mesmas, principalmente, para dar segurança as estruturas. O que trata a postagem são fatos verídicos que acontecem cotidianamente em Sobral-Ce e muitas cidades da região norte do Ceará e creio que em muitas pelo Brasil afora. Pessoas comercializando o produto e desprezando as normas, ou melhor, "menosprezando", que é o que muito fazem. E nós como profissionais que atuamos na área, e conhecemos o grau de importância que isso tem dentro da construção civil, não podemos em momento nenhum "jogar isso ao vento" sem tomarmos um posicionamento, não parcial como cita Vsa. em prol do comércio A ou B, mas me prol da Normas Técnicas e da segurança do consumidor, que muitas vezes se deixa levar pelo preço baixo por não conhecer sobre o assunto.

Mais uma vez agradeço ao contato, esse tipo de debate é o que enaltece o conhecimento, e nos dar mais estimulos para continuarmos utilizando este meio para esse fim. Continue nos acompanhando e estaremos a disposição para quaisquer dúvidas.

Grato
À Coordenação Técnica da Cess

quarta-feira, 4 de julho de 2012

SOBRAL 239 ANOS

PARABÉNS!


239 ANOS DE MUITAS CONQUISTAS!!!

PREÇO DO IMOVEL PRONTO DESACELERA

Perda de fôlego ocorre em junho no índice em 12 meses pelo 10º mês, diz FipeZap

SÃO PAULO - O mercado de imóveis prontos, novos e usados, está aterrissando nas principais capitais do País, depois do boom registrado em 2010 e 2011. Pelo décimo mês consecutivo, em junho a variação do preço do m² acumulada em 12 meses perdeu força. No mês passado, as cotações médias tiveram alta de 18,4%, entre maio de 2011 e junho deste ano. É uma queda de 1,5 ponto porcentual em relação ao resultado de maio, aponta o Índice FipeZap.

A desaceleração também está retratada nos resultados deste ano. Entre janeiro e junho, o preço médio do m² subiu 7,4%, praticamente a metade da valorização observada em igual período de 2011 (14,6%). O indicador reúne informações dos preços do m² dos imóveis prontos, principalmente usados e também novos, exceto lançamentos, em seis regiões metropolitanas e no Distrito Federal. As informações são coletadas em anúncios na internet.
"Dificilmente teremos a euforia de preços de anos anteriores. A tendência de aumentos menores de preços deve continuar e o mercado deve ficar mais equilibrado", afirma o coordenador do indicador, o economista Eduardo Zylberstajn.
Entre os principais fatores apontados pelo economista para a perda de fôlego dos preços é a ausência de mudanças radicais nas regras de financiamento daqui para frente, como alongamento de prazos e a redução de taxas de juros, ocorridas nos últimos anos. Em 2006, exemplifica, a taxa de juros para a compra de imóveis era de 26% ao ano e o prazo médio de quatro anos. Hoje, os juros são 10% ao ano e o prazo médio está em 15 anos.
Além disso, o economista lembra que outro fator que tem ajudado a moderar a alta de preços é o aumento da oferta de imóveis. "Hoje está sendo colocado no mercado para venda um grande volume de produtos, lançados dois anos atrás, quando a conjuntura econômica era completamente diferente."

Roseli Hernandes, diretora da imobiliária Lello, com forte atuação na cidade de São Paulo, conta que a sua empresa realizou pela primeira vez uma espécie de liquidação de imóveis usados no mês passado. Os descontos variaram entre 10% e 30%. "Foram cerca de 600 imóveis com abatimentos colocados à venda." Ela observa que o esforço foi retirar as "gordurinhas" de preços na hora de negociar.

Depois que as construtoras revisaram para baixou as projeções e reduziram os lançamentos, Roseli diz que os preços dos imóveis usados ficaram menos agressivos. "O mercado colocou o pé no chão." É que normalmente, explica ela, a tendência é de o dono do imóvel usado balizar o preço pedido levando em conta a cotação do m² de algum lançamento na vizinhança.

FATURAMENTO DAS MICRO E PEQUENAS

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012 

Pesquisa de Conjuntura, divulgada nesta quarta-feira, mostra crescimento do segmento nos últimos 12 meses

  Shutterstock
O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período. 

INAUGURADO SENAI/SESI SOBRAL



Foi inaugurado terça-feira (03/07/2012) a unidade SESI/SENAI da cidade de Sobral. 
Sobral está de parabéns pela aquisição de um equipamento de extrema importância para o desenvolvimento do setor industrial da região norte e noroeste do Ceará, que trarão uma maior demanda de capacitação para o setor industrial.

Fonte imagem: http://sobralemrevista.blogspot.com.br/

terça-feira, 3 de julho de 2012

PRODUÇÃO NA INDUSTRIA

Produção industrial recua 4,3% e tem nona queda consecutiva, diz IBGE

A produção da indústria brasileira teve queda de 4,3% em maio ante mesmo mês do ano anterior. Trata-se do nono resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde setembro de 2009, quando a retração foi de 7,6%.
Na comparação com abril, o recuo foi de 0,9% na série livre de influências sazonais, a terceira queda mensal seguida. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira.
No ano, a redução acumulada é de 3,4%, e nos últimos 12 meses, o resultado verificado é de queda de 1,8%, segundo o IBGE. 
De acordo com o levantamento, a produção recuou em 14 dos 27 ramos investigados no mês. Os principais impactos negativos foram observados nos setores de veículos (-4,5%) e de alimentos (-3,4%).
Outras contribuições negativas vieram do setor de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-10,9%), metalurgia básica (-2,4%), celulose e papel (-3%) e calçados e artigos de couro (-5,3%).
O setor produtor de bens de consumo duráveis puxou a queda, seguido por bens de capitais. Uma das explicações pode estar ligado à restrição do crédito e o comprometimento da renda das famílias brasileiras.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1114269-producao-industrial-recua-43-e-tem-nona-queda-consecutiva-diz-ibge.shtml

domingo, 1 de julho de 2012

INVENÇÃO x INOVAÇÃO

Participando de uma palestra, da REDENIT, acontecida na UVA - Universidade Estadual Vale do Acarau, em Sobral - Ceará, proferida pelo professor Luis Eduardo (UECE) e pela professora Kercia (UECE), tivemos a oportunidade de conhecer o livro "Prospecção, Proteção & Transparencia de Tecnologia: Um manual de Propriedade intelectual". Do citado manual gostaria de citar duas definições que podemos julgar de extrema importância suas definições distintas.

"Invenção: é toda criação que objetiva oferecer uma solução a um problema tecnico existente (SOUZA NETO, 1998). A invenção é resultado da combinação de descobertas, pesquisas científicas e desenvolvimento tecnologico que proporcionam novidades e aprimoramentos em processos e produtos.[...]".

"Inovação: é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou relações externas (Manual de Oslo, 2006)."  

INOVAÇÃO...

Acontecerá nos dias 4 e 5 de julho, em Fortaleza-Ceará, o VIII Seminário sobre Inovação (INOVA CEARA 2012 - Seminário de Gestão da Inovação), as inscrições podem ser feitas pelo site www.fiec.org.br/portalv2/sites/fiec-onlinev2/home.php?st=exi - 24k. Participem!

E aproveintando o informe acima, fica aqui uma provocação: O que é inovação para você?

Segundo AURELIO, "Inovar significa tornar novo; renovar; introduzir novidade em..". Mas muitas organizações e pessoas só associam a palavra inovação a tecnologias (robótica), ideias totalmente novas e originais. Se realmente nos aprofundarmos deste assunto iremos bem além do novo que pensamos. Idéias originais dentro dos antigos, ou seja, agregando valor ao que já esta aí, modificando algo, de forma a suprir a necessidade requisitada, dinamizar processos visando sustentabilidade, usar a criatividade para melhorar algo e dimunuir impactos de qualquer especie também poderá se transforma em algo inovador.
O que a inovação requer dentre outros, como fator principal, é de criatividade, mas uma criatividade que gere frutos, ou seja, que não fique somente no cérebro de quem a tem, mas que seja compartilhada com todos.